Undime orienta municípios a respeito do retorno às aulas

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A pedido do coordenador da instituição na Fronteira Oeste, João Carlos Reolon, a seccional no Rio Grande do Sul da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) está repassando orientações sobra a volta às aulas no Ensino Básico, no atual período de pandemia. O órgão de apoio às secretarias municipais de Educação explica por que no ano passado todo o ensino oferecido foi à distância e agora a previsão é que também seja presencial. Uma das razões é que, ao longo do período até aqui, foi possível aprimoramento do aprendizado para lidar com a pandemia.

A Undime ressalta que as rotinas das ações pedagógicas são disciplinadas também pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e, em setembro de 2020, o governo do Estado emitiu decreto considerando as atividades educacionais como essenciais e definindo a reabertura das escolas. Na maioria dos municípios, porém, a situação não permitiu o retorno. Agora, instituições como o Ministério Público e as secretarias estaduais de Saúde e Educação ressaltam que as aulas presenciais têm de serem retomadas, observando protocolos. O aumento da violência infantil é um dos principais motivos. No país, no ano passado, três milhões de crianças ficaram fora das escolas.

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação orienta, contudo, que a retomada do ensino presencial em 2021 deve acontecer seguindo todos os protocolos de segurança. Um deles é observar o distanciamento controlado, que permite a ocupação de apenas 50% dos espaços escolares. Com isso, os alunos deverão ter aulas presenciais alternadamente e de maneira híbrida, o que significa também atividades por canais remotos.

A Undime destaca que isso, entretanto, não garante que tal modelo pedagógico não tenha de ser revisto, apesar dos aprendizados, do aprimoramento das ações e da chegada gradativa das vacinas. Os chamados países desenvolvidos, por exemplo, tiveram de recuar em relação a protocolos implementados, devido ao agravamento da situação novamente.

O que é certo que por um longo período, ainda sem que se saiba de quanto tempo, terão que seguir as medidas protetivas que vêm sendo aplicadas. É o caso do uso de máscaras e de outros Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Igualmente têm de prosseguir práticas rotineiras como higienização das mãos, uso de álcool em gel e de tapetes de desinfecção.

As orientações da Undime foram repassadas através de um vídeo, na última semana. O coordenador da instituição na região e secretário municipal de Educação em São Borja, João Carlos Reolon, repassou a mensagem aos colegas na Fronteira Oeste. São 13 municípios abrangidos pela região, subordinados à Amfro (Associação dos Municípios da Fronteira Oeste).

Foto: Reprodução

Fonte: Prefeitura de São Borja

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